O ministro da Saúde visitou esta semana o distrito e ouviu de autarcas, e responsáveis desta área, que este “é um território onde a falta de médicos de família coloca em causa a prestação de cuidados de saúde primários à população” e que “há expetativas quanto à ampliação do hospital de Beja”. Não foram ouvidas, contudo, as respostas desejadas.
Os médicos iniciaram dois dias de greve, convocada pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), para exigir “salários dignos, horários justos e condições de trabalho capazes de garantir um Serviço Nacional de Saúde (SNS) à altura das necessidades” da população.
Manuel Pizarro disse que era difícil captar médicos para o Interior, mas não impossível e apontou a criação de Unidades de Saúde Familiar como um caminho para os fixar. Em Beja, depois de visitar o hospital, reconheceu a necessidade da sua ampliação, sem apontar datas e falou, também, da reorganização dos serviços no edifício atual.
Os trabalhadores da mina de Neves-Corvo, em Castro Verde, vão realizar uma greve de duas horas, no início de cada turno, nos dias 19 e 20 deste mês, para exigir aumentos salariais.
Todas as Unidades de Saúde Familiar (USF) vão passar este ano a ter a remuneração dos seus profissionais associada ao desempenho, permitindo que entre 200 mil e 250 mil utentes tenham médico de família, anunciou o ministro da Saúde.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) saudou o pedido de apreciação e declaração de inconstitucionalidade da procuradora-geral da República sobre o excesso de horas extraordinárias dos médicos, pedindo medidas para valorizar o trabalho médico.
A última década teve três "choques" negativos sucessivos sobre os profissionais de saúde que resultaram na sua exaustão, numa perda de rendimento real e na crescente falta de condições de trabalho em infraestruturas e equipamentos, que se desgastaram.
Esta semana foi divulgado que o concurso aberto pela Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) para 16 médicos de medicina geral e familiar ficou deserto. Este é um dos temas em destaque no Falar Claro desta terça-feira, 6 de junho.
A data, de 6 de junho, coincide com os seis anos, seis meses e 23 dias, ou seja, o tempo de serviço que os professores têm por recuperar. Hoje é dia, também, de manifestações em Lisboa e Porto. Os docentes, e educadores, do distrito de Beja participam na manifestação que decorre, durante a tarde desta terça-feira, em Lisboa.
A Comboios de Portugal (CP) revela que as pessoas que já tenham bilhetes comprados podem pedir o reembolso ou trocar, gratuitamente, para uma alternativa na mesma categoria e classe, referindo-se aos comboios Alfa Pendular, Intercidades, InterRegional e Regional.
A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) abriu vagas para medicina geral e familiar, no início do passado mês de maio, tal como a Voz da Planície noticiou, e sabe-se agora que nenhuma, das 16 disponibilizadas, foram ocupadas. O concurso ficou “deserto”.
Os funcionários judiciais estão de novo em greve nos tribunais e serviços de justiça, uma paralisação a decorrer em moldes diferentes consoante os serviços e comarcas e para a qual o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) espera forte mobilização.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) marcou para hoje uma greve destes profissionais de saúde, acompanhada de uma concentração em frente ao Ministério da Saúde para exigir melhores condições de trabalho e a contratação de mais profissionais.
A realização de greves às avaliações e exames, caso falhe o acordo com o Governo para a recuperação do tempo de serviço dos docentes até 06 de junho, está em cima da mesa, foi anunciado ontem, em Beja, pelo secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof).
As vagas a concurso são para medicina geral e familiar, saúde pública e área hospitalar. O preenchimento destas vagas contempla a atribuição de incentivos à mobilidade geográfica dos médicos, nas áreas dos cuidados de saúde primários e na especialidade de saúde pública.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou uma greve para sexta-feira, 12 de maio, acompanhada de uma concentração em frente ao Ministério da Saúde para exigir melhores condições de trabalho e a contratação de mais profissionais.
Hoje, 10 de maio, realizou-se uma greve de professores e educadores do distrito de Beja. Mário Nogueira, da Fenprof, garantiu que "a luta dos professores vai continuar", no plenário da manhã. A mesma certeza deixaram as várias estruturas sindicais que participaram na manifestação, no Jardim do Bacalhau.
Os professores têm estado em greve às provas de aferição numa paralisação sem serviços mínimos, convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) pela recuperação do tempo de serviço.
A Ordem dos Médicos garantiu hoje que a nova proposta para a composição das equipas de urgência de ginecologia e obstetrícia não reduz os profissionais de saúde e disse que há serviços a funcionar há anos com estas regras.
Esta freguesia tem “consultas médicas um dia por semana e apenas numa parte do dia. Quando o médico está doente, ou de férias, não há outro para o substituir e os utentes só são assistidos ao fim de 15 dias ou mais tempo”.
O Comboio do Cante é uma iniciativa que tem marcado as várias edições da Ovibeja. Em 2023, a organização da feira volta a apostar neste evento que transporta, em 11 autocarros, os muitos cantadores da grande Lisboa que visitaram hoje a feira.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais iniciou, ontem, uma “greve clássica”, paralisando totalmente até 05 de maio, o que “será muito mais prejudicial” do que a última greve, e admite estender a luta até julho.
Os médicos que pretendam beneficiar dos incentivos previstos para a sua fixação no concelho de Castro Verde já podem formalizar a respetiva candidatura.
Os funcionários judiciais vão fazer 10 dias de greve a partir de 26 de abril, sem presença nos tribunais e com perda de retribuição.
A Ordem dos Médicos (OM) instou o Ministério da Saúde a “abrir de imediato” concursos para a contratação dos médicos que concluíram a especialidade e acusa o Governo de “falta de estratégia, de planeamento e ambição”. Só no Baixo Alentejo há 23 mil e 159 pessoas (18,7 por cento) sem médico de família atribuído.
Vários sindicatos deram início, esta semana, a novas greves no setor ferroviário que abrangem a Infraestruturas de Portugal (IP) e a CP, até ao final do próximo mês, incluindo um dia de 24 horas, marcado para 6 de abril.
Nesta terça-feira, dia 21, os comentadores do Falar Claro analisam as medidas reveladas para ajudar as famílias com rendas e empréstimos à habitação, assim como a contestação nas ruas contra o Governo.
Esta sexta-feira, 17, ficou marcada pela greve da administração pública agendada pela Frente Comum. Professores e enfermeiros juntam-se à greve. Várias escolas estiveram encerradas durante o dia, com adesão de 100 por cento e em vários serviços públicos sentiram-se constrangimentos. Sábado, haverá manifestação em Lisboa.
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública anunciou uma greve nacional para esta sexta-feira, 17 de março, para exigir aumentos imediatos dos salários e a valorização das carreiras e dos serviços públicos, perante o quadro de empobrecimento dos trabalhadores. À Frente Comum já se juntaram enfermeiros e professores.
A FNAM agendou uma greve nacional de médicos para hoje, e amanhã, em resposta “à falta de compromisso, por parte do Ministério da Saúde, em negociar as grelhas salariais e na falta de medidas para salvar o Serviço Nacional de Saúde (SNS)".
8 de março é Dia Internacional da Mulher e de celebração das suas conquistas. Uma data para refletir, também, acerca do progresso a nível de direitos, assim como honrar a coragem e determinação das mulheres que ajudaram a redefinir a história.
Trabalhadores não docentes de todo o país e professores das escolas dos distritos a sul de Leiria vão estar hoje em greve para exigir melhores condições de trabalho e salariais, e a criação de carreiras específicas.
O Grupo do Ombro do Serviço de Ortopedia da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) apresentou, no início do mês de fevereiro, novas técnicas cirúrgicas ao nível da cintura escapular (ombro), já em prática no Hospital José Joaquim Fernandes, de Beja.
“No concelho de Beja, os problemas no acesso aos cuidados básicos de saúde têm-se agravado e segundo dados da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), 38 por cento dos utentes inscritos não têm médico de família”.
O protesto com a duração de um mês foi decretado pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) que admite prolongar a paralisação até abril, caso o Ministério da Justiça não atenda às reivindicações.
“Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) cumpriram, ontem, duas horas de greve, mas o Ministério continua sem falar com o Sindicato”, frisa o dirigente do SEP, Edgar Santos, garantindo que a “luta vai continuar”.
Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) estiveram hoje em greve, das 10h00 às 12h00. Vários enfermeiros contaram à Voz da Planície, à porta do hospital da capital de distrito, como estão a ser penalizados nas suas carreiras.
A greve começa à meia-noite de 8 de fevereiro para terminar à mesma hora do dia 21 deste mês. A CP informa que estão previstas “fortes perturbações na circulação, em todos os serviços, entre o dia de hoje e 17 de fevereiro".
Os enfermeiros da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) vão estar em greve nesta quinta-feira, dia 9 de fevereiro. A decisão foi avançada pela Direção Regional do Alentejo do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) anunciou, na passada quarta-feira, a entrega de um pré-aviso de greve para os próximos dias 8 e 9 de março. A jornada de luta dos médicos tem com lema “É preciso salvar o SNS”.
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