Os farmacêuticos começaram os seus protestos no dia 28 de outubro e terminam hoje, 2 de novembro. Para amanhã e depois estava marcada uma greve de enfermeiros que entretanto foi desmarcada e na sexta-feira, dia 5, o protesto é dos professores e educadores.
FENPROF e FNE juntam-se nesta iniciativa e acusam o Ministério de Educação de “bloqueio negocial” que se estende há anos. Manuel Nobre do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) defende que continuar a oferecer precariedade aos jovens que se formam na área “não é o caminho”.
Dias 11 e 12 deste mês, os bombeiros profissionais prometem parar a sua atividade e pedem um olhar sobre os problemas, velhos, que continuam a enfrentar. A função pública marcou, também, para o dia 12 uma paralisação, assim como os guardas prisionais. Os trabalhadores da administração da saúde não trabalham nos dias 12 e 13 e os médicos fazem greve de 23 a 25 de novembro.
E se o mês de novembro é cheio de protestos dos mais diversos setores, o mês de dezembro começa, de 1 a 5, com a greve dos trabalhadores dos impostos.
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