O presidente executivo da empresa de cibersegurança Adyta considera que a tendência para ataques informáticos estava prevista, "o que mudou foi o mediatismo das empresas atacadas". Carlos Carvalho refere que continua "a ver a questão dos ciberataques tal como já via há um ou dois anos".
Foi realizada, ontem, durante todo o dia, no Tribunal de Beja, “uma audiência de julgamento em procedimento cautelar”, que prosseguiu hoje de manhã e que levou a juíza responsável pelo projeto a visitar, esta tarde, Fortes. A providência cautelar foi interposta pelo procurador de Ferreira do Alentejo “pela situação das Fortes”. Nas audiência foram ouvidos moradores, Associação Portuguesa do Ambiente, administradores e técnicos da AZPO, assim como trabalhadores da fábrica de bagaço de azeitona em causa.
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