90 por cento do País está em seca severa ou extrema e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um novo agravamento da situação. Portugal e Espanha estiveram na União Europeia a pedir medidas para minimizar os efeitos deste flagelo na Península Ibérica.
Os produtores de porco alentejano estão a ter um ano “péssimo” para a engorda dos animais, devido à seca e à falta de pastagens para alimentar os animais, revelou hoje o presidente da associação de criadores.
A produção de azeite deverá registar nesta campanha um valor recorde, aumentando 46 por cento face a 2019. Um crescimento que contrasta com os “mínimos históricos” da área de cereais de inverno, penalizada pela seca, divulga o Instituto Nacional de Estatística (INE).
São 22 as organizações portuguesas que enviaram à Comissão Europeia uma carta onde denunciam “o incumprimento do regulamento relativo ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC)” e das “recomendações da Comissão Europeia para a elaboração deste plano estratégico em Portugal.” A Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) é uma das signatárias.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) repudia a discriminação de que é alvo na exclusão da Confederação do Conselho Consultivo do Plano Nacional de Gestão de Resíduos (PNGR 2030), documento em Consulta Pública.
O Governo está a preparar uma linha de crédito à tesouraria e apoio aos custos com a eletricidade no setor agrícola e pecuário para mitigar o impacto da seca. A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) diz que estas medidas são curtas” e no caso de continuar sem chover pede “apoios diretos” e uma "equipa no novo Ministério da Agricultura capaz de os implementar", assim como de "encontrar, com os homens da terra, respostas para as dificuldades."
A falta de chuva e as temperaturas amenas estão a deixar preocupados os produtores de vinho do Alentejo, que anseiam por mais água em março e abril, afirma o presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA). Portalegre e Vidigueira registaram, entre novembro de 2021 e janeiro deste ano, um aumento da temperatura média de “cerca de um grau” em relação ao mesmo período do ano passado.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) pede que seja reforçado, no novo governo do País, o Ministério da Agricultura, perante as dificuldades crescentes que afetam o sector agrícola.
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
No seguimento do recente comunicado do IPMA relativamente à seca em Portugal, que classifica de “situação complexa”, a Federação de Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) manifesta a sua “grande preocupação relativamente à agricultura de sequeiro, à pecuária extensiva e também à falta de reservas hídricas, quer para o abeberamento animal, quer para o regadio.”
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) alerta sobre a “situação dos elevados custos dos fatores de produção, que estão a criar dificuldades aos agricultores.” A Confederação destaca a “demora na concretização da medida da «Eletricidade Verde», aprovada na Assembleia da República”, que “deveria estar em vigor desde o passado dia 1 de Janeiro”.
Têm sido muitas as posições tomadas sobre o facto, de já não avançar, como estava previsto, mais de 3 mil hectares de regadio no bloco de rega de Moura. A EDIA assegura que teve de “decidir, perante o financiamento existente, o que podia avançar” e que “não se fazendo agora poderá ser concretizado depois”. Reforça que “é sempre uma decisão política, encontrar reforço de dotação ou outras fontes de financiamento”.
A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos contesta, em comunicado, os “cortes no Bloco de Rega de Moura”.
A Federação Nacional de Regantes (FENAREG) avança que, apresentou às várias forças políticas que “não são contra o mundo rural”, as prioridades de investimento no regadio até 2030, que considera que devem ser concretizadas, tendo em conta que, “as verbas atualmente previstas para financiar o regadio são manifestamente insuficientes”.
No âmbito das eleições legislativas aproxima-se um novo ciclo de oportunidades e neste sentido, a Confederação Nacional da Agricultura propõe e reclama, em comunicado, um conjunto de 10 medidas prioritárias para a nova legislatura.
Diversas visões ideológicas estiveram presentes no debate organizado pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), realizado na passada quarta-feira, mas todos os partidos participantes foram unânimes: “é preciso fortalecer as políticas para a agricultura e para o Mundo Rural, garantindo o investimento e a modernização do setor, tendo em atenção a desburocratização e simplificação dos processos, e promovendo o rejuvenescimento da população agrícola.”
Hoje é Rui Garrido, presidente da ACOS, quem faz um balanço do ano de 2021 no que diz respeito à agricultura. Perspetiva um 2022 em que soluções sejam criadas para resolver os problemas que assolam o setor, principalmente no que diz respeito aos cereais e olival.
As associações de regantes, representadas pela FENAREG, expressaram à ministra da Agricultura, o seu apreço e concordância com as conclusões do estudo “Regadio 20|30 – Levantamento de Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Público no Horizonte de uma Década”.
O Ministério da Agricultura revela conclusões do Estudo de levantamento do potencial do regadio para a próxima década. Uma delas diz que “na região do Alentejo, o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) é um caso de sucesso, devendo promover-se a expansão do regadio quando possível.” Foram anunciados, igualmente, 127 milhões de euros para dar seguimento a projetos assumidos para a região do Alentejo.
Terminada a 2ª fase de consulta pública do PEPAC – Plano Estratégico da Política Agrícola Comum, a CNA – Confederação Nacional da Agricultura frisa que neste plano que visa a “distribuição dos apoios da PAC aos agricultores nacionais entre 2023 e 2027, não é colocada a “agricultura familiar no centro da tomada de decisões para o setor”.
Tendo em conta as dificuldades reconhecidas e vividas no setor da agricultura, em particular o aumento dos custos de produção nos preços pagos aos produtores, a CNA solicita ao Governo que tome medidas semelhantes às que foram aprovadas em Espanha, na semana passada.
Neste sábado, entre as 10h00 e as 13h00, a CNA promove a II Conferência Nacional “Estatuto da Agricultura Familiar”, na Quinta do Vale Pousado, concelho de Penacova.
As associações de regantes alertam para a crise eminente no setor agrícola devido à subida dos custos com a energia. As comercializadoras preparam-se para triplicar o preço da eletricidade, o que poderá levar à subida do preço dos produtos agrícolas é a advertência que deixam, pedindo apoios aos Governo para evitar esta situação.
A Confederação Nacional de Agricultura (CNA) faz hoje, uma sessão on-line sobre “PEPAC: As Opções Nacionais”, às 15.00 horas. Uma realização que coincide com a data em que o PEPAC - Plano Estratégico da PAC 2023-2027 é votado em Estrasburgo.
Os agricultores do Campo Branco, concelhos de Castro Verde e Almodôvar e parte dos de Aljustrel, Mértola e Ourique, estão a sentir dificuldades provocadas pelo aumento dos combustíveis, que encarecem os custos dos fatores de produção e pelo ano agrícola menos bom que esperam devido à falta de chuva, pois aqui a influência do clima é acentuada. De tudo isto falam os agricultores António Tomé e Teresa Mestre.
A CAP - Confederação dos Agricultores de Portugal faz ronda de reuniões em Bruxelas para assegurar mais tempo para a tomada de decisão relativamente ao PEPAC - Plano Estratégico da PAC 2023-2027, cuja proposta deverá ser votada no dia 23 de novembro, em Estrasburgo. A CAP entende que Bruxelas deverá assegurar mais tempo para a tomada de decisão relativamente ao PEPAC.
No âmbito da comemoração do Dia de São Martinho, no passado dia 11, a Confederação Nacional dos Agricultores manifesta-se, referindo que “a época se assinala com sabor amargo para os pequenos e médios produtores de vinho e castanha”. Persistem as dificuldades de escoamento a preços compensadores, agravadas pelo aumento dos custos dos fatores de produção.
A FENAREG lamenta, em comunicado, “a falta de informação, pública e acessível, sobre o nível de execução do Programa Nacional de Regadios” e já solicitou uma audiência com a Ministra da Agricultura para esclarecimento da situação. Muitos dos projetos aprovados no âmbito do Programa Nacional de Regadios ainda não avançaram para a fase de obra e falta lançar a concurso perto de um quarto do investimento público.
A CNA, após analisar a situação da agricultura, manifesta grande preocupação com alguns problemas que têm afetado negativamente os rendimentos dos agricultores, em particular o grande aumento dos custos dos fatores de produção, de transformação e comercialização.
A FAABA - Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo alerta a população em geral para os efeitos dos aumentos dos combustíveis. A FAABA frisa que têm impactos significativos nos custos de produção dos agricultores, essencialmente nos que se dedicam ao sequeiro e no preço dos produtos nas prateleiras.
O ICNF e a Direção Regional da Conservação da Natureza e Florestas do Alentejo vão intensificar as ações de fiscalização ao longo da campanha de colheita 2021-22, de modo a garantir que não ocorre qualquer prática que possa promover a mortalidade de aves, em particular a apanha da azeitona durante a noite.
Segundo a Confederação Nacional dos Agricultores, o decreto-Lei 81/2021, que “altera os requisitos para o reconhecimento do Estatuto da Agricultura Familiar e promove a adaptação da linha de crédito de curto prazo”, constitui um “eloquente exemplo do labirinto de equívocos a que o Governo se presta quando finge que quer, não querendo”, e acusa o governo de ignorar “a realidade” e excluir “grande parte dos pequenos produtores”.
Assinalou-se o Dia Internacional da Mulher Rural, no passado dia 15 de outubro, e neste sentido a Associação das Mulheres Agricultoras e Rurais Portuguesas questiona, 14 anos depois desta data ser instaurada pela Organização das Nações Unidas, “o que mudou para as mulheres rurais e agricultoras de Portugal e do mundo?”
A CNA entregou, na passada quinta-feira, uma “petição” na Assembleia da República sobre prejuízos causados à lavoura por javalis e outros animais Selvagens.
“Naquele que é o ano record de receção de uvas tintas na nossa Adega, entramos na reta final com um somatório entre uvas brancas e uvas tintas que já ultrapassou os 9 milhões de quilos”, avança a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e alvito (ACVCA).
Durante a manhã desta terça-feira, a Coligação Cívica – Participar no PEPAC – Plano Estratégico para a Política Agrícola Comum, entrega presencialmente ao Governo e Assembleia da República, um conjunto de propostas sobre o Plano, incluindo uma proposta de “Memorando de Entendimento da Coligação Cívica com o Ministério da Agricultura Sobre a Cooperação no âmbito da Preparação do PEPAC”.
No âmbito do projeto da Estação Biológica de Mértola foram recentemente adquiridos 2 arados de Yeomans, uma tipologia de arado desenvolvido por um engenheiro australiano, Percival Yeomans, “com o objetivo de reabilitar solos agrícolas degradados, secos e sazonalmente sujeitos a fogos florestais.”
A CNA refere em comunicado, que está solidária com as agricultoras e agricultores que enfrentaram o mau tempo que assolou o país no início desta semana, e estima-se que seja milhares os hectares afetados e que vão levar a elevados prejuízos em culturas como o milho ou hortícolas, em muitas zonas do país.
A Confederação Nacional de Agricultores solicitou uma audiência ao presidente da Assembleia da República para entregar a petição “Agricultores e outros Rurais devem ser ressarcidos dos prejuízos na Agricultura provocados por Javalis e outros animais selvagens. Pelo controlo sanitário e da densidade das Populações destes animais”.
A Confederação Nacional dos Agricultores denuncia, em comunicado, uma política do Governo de concentração de propriedade, que pretende “tirar aos pequenos para dar aos grandes”. Em causa está o direito à propriedade, com a futura criação de uma lei que permite retirar propriedades de pequenos proprietários rurais para entregar a grandes interesses económicos.
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