Somincor

Esta paralisação, que está marcada para aos dias 5, 7 e 9 de Março, foi decidida nos plenários de trabalhadores realizados na semana passada e surge devido à “ausência de uma proposta palpável” por parte da administração da Somincor, concessionária da mina de Neves-Corvo.


A concretizar-se, esta vai ser a primeira paralisação, deste ano, dos trabalhadores da Somincor, mas entre os meses de Outubro e Dezembro de 2017, já houve três greves, que levaram a paragens na extracção e na produção de minério em Neves-Corvo.
O STIM, afirma que até à data não há nada de concreto por parte da administração, com excepção do aumento de 35 euros que foi proposto e que os trabalhadores consideram que não resolve os problemas.

Na próxima 6ªfeira, está marcada uma reunião, entre uma delegação do STIM e a administração da Somincor, no Ministério do Trabalho, em Lisboa.

Luís Cavaco, dirigente do STIM, acredita que pode haver uma luz ao fundo do túnel porque este conflito laboral um dia tem que acabar.

O fim do regime de laboração contínua no fundo da mina é uma das principais reivindicações, outras exigências passam pela humanização dos horários de trabalho, antecipação da idade da reforma para os funcionários das lavarias, progressão nas carreiras, revogação das alterações unilaterais na política de prémios e fim da pressão e da repressão.
















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