STAL

O STAL afirma que ao fim de 13 anos de congelamento das progressões, milhares de trabalhadores situados nas primeiras posições da Tabela Remuneratória Única veem a sua expectativa de progressão totalmente defraudada. Acrescenta que num "volte-face" o Governo, esquecendo a portaria 1553-C de 2008, que situa o impulso mínimo de progressão no valor de 28 euros, pretende agora transformar o direito à progressão destes trabalhadores, no direito a manterem o Salário Mínimo Nacional.

O STAL exige uma resposta imediata para esta questão, que não dependa de uma eventual revisão apenas das primeiras posições, de forma a que estes milhares de trabalhadores, alguns com 20 e mais anos de serviço, possam auferir mais do que o salário mínimo.


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