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O próximo ano letivo vai ser presencial, garante o Governo, começa entre 14 e 17 de setembro para todos os níveis de ensino e as primeiras cinco semanas, do primeiro período, serão dedicadas à recuperação de aprendizagens.

O Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) considera que “depois do Ministério da Educação ter deixado na mão das escolas a gestão do final do segundo e do terceiro período, neste caso completo, tinha tido tempo para discutir com a comunidade educativa o planeamento do novo ano letivo, coisa que não aconteceu”. Acrescenta que “o Ministério apresenta agora um calendário escolar com menos férias, com cinco semanas para recuperação de aprendizagens, no início, que ninguém sabe como foram definidas e um reforço, em média de três professores por escola, medidas que são manifestamente insuficientes”. As declarações são do presidente do SPZS, Manuel Nobre.

Para o próximo ano letivo é pedido “um distanciamento dentro da sala de aula de um metro, quando as recomendações são de dois”. Perante esta situação, o Sindicato teme que “os pais deixem de ver no ensino público uma opção” e que “por medo escolham o privado”. As palavras são, também, de Manuel Nobre.

De acordo com o calendário escolar, o primeiro período termina a 18 de dezembro, o segundo arranca a 3 de janeiro e estende-se até 24 de março. O terceiro começa a 6 de abril para concluir entre 9 e 30 de junho, consoante o nível de ensino.


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