Saúde

O SMZS, um dos sindicatos pertencentes à Federação Nacional dos Médicos (FNAM), esclarece que “o diploma em vigor (Decreto Lei n.º15/2017), publicado sob a vigência do então Ministro da Saúde Adalberto Campos Fernandes, não recebeu o acordo por parte dos sindicatos médicos e que tem vindo a denunciar que o sistema de incentivos em vigor não tem qualquer impacto. Impactos em termos de atratividade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e cria graves desigualdades entre os médicos já colocados e aqueles que chegam de novo, violando o princípio de salário igual para trabalho igual. Por outro lado, o regime de transitoriedade dos incentivos (3 anos) implica o que agora é denunciado, ou seja, a redução do salário sem que as circunstâncias mudem.”

“A propaganda política do aumento do número de médicos no SNS é, mais uma vez, desmentida por esta denúncia que, mais uma vez, comprova que a gestão economicista supera o interesse da população” e o SMZS apela “à revogação desta legislação e que a ministra se digne a discutir o estado atual do SNS com os sindicatos médicos, ao invés de comunicar via conferências de imprensa.”



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