Marcha Lenta IP8 / IP2

"Todos na Estrada" pelo IP 8 e IP 2 foi o apelo e a acção de mais de duas dezenas de entidades do distrito, que resultou na marcha lenta de hoje de manhã, em defesa das acessibilidades estruturantes da região.
Sob a coordenação da CIMBAL, do NERBE/AEBAL e Turismo do Alentejo, o protesto, que condicionou o trânsito em vários locais, teve como objectivo voltar a afirmar que não se desiste do direito à indignação perante as injustas decisões tomadas pelo Governo, que levaram à paralisação das obras nas acessibilidades estruturantes da região.
A marcha contou com a presença de vários autarcas da região. Manuel Narra, presidente da Câmara Municipal de Vidigueira fala em grito de alerta e de responsabilização da Estradas de Portugal e do próprio Governo. E para que o desenvolvimento económico da região possa ser sustentado em boas vias de comunicação.

Francisco Duarte, presidente do Município de Castro Verde disse que no trajecto entre Castro Verde e Entradas, tendo começado com o envolvimento de cerca de 120 viaturas, terminou com bastantes mais. E explicou ainda tratar-se maioritariamente de pessoas que usam diariamente aquele troço do IP2 e que se deparam com problemas de segurança nos troços onde as obras foram interrompidas.

Tomé Pires, presidente do município de Serpa afirmou que aquilo que se passa com as obras do IP8 e do IP2 é bem demonstrativo do estado em que e encontra o País.

Jorge Pulido Valente, presidente da autarquia de Beja, considera que a marcha reafirmou o protesto e a reivindicação para que as obras do IP8 e IP2 sejam concluídas
José Maria Pós de Mina, presidente do Conselho Executivo da CIMBAL, sublinhou que aquilo que se passa com as acessibilidades é insustentável do ponto de vista da segurança das pessoas e do desenvolvimento da região.


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