Diabetes

O evento conta com o patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular e com o seu presidente como conferencista. Participam também, neste simpósio, a Ordem dos médicos, dos farmacêuticos, dos enfermeiros e dos nutricionistas.

O III Simpósio Ibérico de Diabetesrealiza-se em regiões geográficas onde a resposta à doença é marcada por insuficiências, pretendendo chamar-se a atenção para a necessidade de correções e possíveis eixos de intervenção e o tema em destaque é: "As Geografias e a Desigualdade em Saúde", ficando a conferência inaugural ao cuidado da equipa da professora doutora Paula Santana, da Universidade de Coimbra. As declarações são da presidente da Sociedade Portuguesa de Feridas, Katia Furtado.

Katia Furtado avança, igualmente, que neste simpósio vai ser discutida a situação desta região e que do mesmo vai sair a Declaração de Beja, para chamar a atenção, de quem decide, sobre o que aqui se passa.

Este é um simpósio que procura salientar a assimetria geográfica existente no interior e periferias do país, no que respeita à resposta à doença, assimetria que é particularmente marcante no Alentejo, onde a Diabetes que afeta mais de 40% da população, com idades entre os 20 e os 79 anos, reduz, na população envelhecida e pobre, a esperança de vida à nascença, o número de anos de vida com saúde e, em paralelo, aumenta a morbilidade e o número de amputações por pé diabético que, nesta região, são superiores ao dobro da média nacional, frisa ainda, o documento da ELCOS enviado à nossa redação.


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