Trabalho

A ideia do Governo é terminar o documento até ao Dia do Trabalhador e apresentá-lo em seguida à concertação social.

Este diploma prevê "penalizações" para quem não consiga justificar discrepâncias e entre as medidas que podem ser incluídas está a possibilidade da igualdade salarial ser integrada em acordos de contratação coletiva.

Os dados mais recentes do Eurostat, de 2015, dizem que as desigualdades salariais entre homens e mulheres são menores em Itália e no Luxemburgo, que Portugal é um dos países onde a diferença supera os 15% e que a discrepância maior é na Estónia.


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