IMAGEM A26

As intervenções incluem tratamento de pavimento, correcção e melhoria de sistemas de drenagem, remoção de terras e outros materiais das zonas de berma, colocação de barreiras de segurança, restabelecimento de serventias e limpeza de canais de rega.

Ao que tudo indica, a empresa Estradas de Portugal está a cumprir a sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, que em Julho deste ano, julgou totalmente procedente a providência cautelar interposta pela Câmara de Ferreira do Alentejo e que condenou as entidades envolvidas a adoptarem medidas para minimizarem impactos ambientais e eliminarem riscos causados pelo abandono das obras da A26.

Os ministérios da Economia e do Ambiente, assim como as Estradas de Portugal e a SPER recorreram para o Tribunal Central Administrativo do Sul, aguardam decisão, mas as Estradas de Portugal avançou com as obras e a Voz da Planície quis saber junto de Aníbal Costa se eram estas as boas notícias de que estava à espera e se invalidam o recurso à acção que Ferreira pretendia fazer contra o Estado.

Aníbal Costa, presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, diz que a autarquia não foi informada e que estas obras são apenas para as Estradas de Portugal dizerem que se está a fazer alguma coisa, porque não têm impacto nas infraestruturas.

Aníbal Costa revelou que Ferreira do Alentejo só vai decidir se avança ou não, com a acção contra o Estado, depois do Tribunal Central Administrativo do Sul se pronunciar sobre o recurso que tem em mãos. Aníbal Costa aproveitou para recordar que as obras devem ser retomadas, em breve, tendo em atenção, a invernia que se aproxima.


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