sobreiro edia

Em nota de imprensa a EDIA afirma que esta espécie de árvores para além de constituírem uma imagem de marca do Alentejo “têm também um valor ambiental associado ao facto de contribuírem para a promoção da biodiversidade com ligação directa à presença de organismos auxiliares da actividade agrícola, ao permitirem o poiso e nidificação de aves insectívoras e de aves de rapina diurnas e nocturnas assim como de morcegos insectívoros arborícolas”.

Ainda segundo a EDIA a grande maioria dos sistemas de rega, com excepção dos pivots, permite compatibilizar as azinheiras e sobreiros isoladas com as culturas regadas criando até sinergias entre as duas espécies vizinhas, tal como acontece nas florestas naturais.

A EDIA lembra que “as eventuais reduções de áreas de plantação devido à presença de azinheiras e sobreiros isolados são potencialmente compensadas pelo aumento da produtividade e rentabilidade em resultado da redução dos danos provocados por pragas ou do custo investido no seu controlo” e que “mesmo nas vinhas, olivais e amendoais em que se pretende fazer a colheita com máquinas de colheita em sebe, a presença de árvores dispersas não é incompatível com este procedimento, desde que seja criada uma clareira em redor da árvore”.

Finalmente é afirmado que preservar a azinheira e o sobreiro é preservar a identidade da região sem prejuízo da agricultura moderna do Alentejo, tal como todas as árvores, são máquinas que a natureza aperfeiçoou para fixar o dióxido de carbono atmosférico e assim um instrumento fundamental para a neutralidade carbónica que perseguimos.

O filme pode ser visto em www.facebook.com/edia.alqueva/videos/703928866717067/


 



Comente esta notícia