um por cento cultura

O apelo foi feito pela Plateia Profissionais Artes Cénicas, pela CENA-STE, pela REDE-Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea, pela PERFORMART e pelo Manifesto em Defesa da Cultura e Beja respondeu, apesar da chuva e do tempo frio que se fazia sentir, concentrando na Praça da República da cidade cerca de 50 pessoas, entre elas caras bem conhecidas da cidade, como é o caso de Jorge Bem Vinda. Mas estiveram também, entre outros, António Revez, da Companhia de Teatro de Beja Lendias d'encantar, outros artistas ligados ao teatro e elementos de grupos corais do concelho.

Ana Paula Amendoeira frisou que veio a Beja cumprir o seu dever e ouvir as preocupações dos presentes.

João Dias referiu que o PCP não está ao lado do Governo nesta matéria e que em vez do Estado dar dinheiro aos bancos devia entregá-lo à cultura, uma área à qual o seu partido dá toda a importância.

São quatro as exigências feitas ao Governo e a primeira da lista é o compromisso com o patamar mínimo de 1% do OE para a Cultura, já em 2019.

Vítor Alegria, responsável em Beja pelo Manifesto em Defesa da Cultura, afirma que devido aos fracos apoios que estão previstos, o futuro de diversas estruturas pode estar em causa. Ainda segundo, Vítor Alegria há uma falta de visão, por parte do poder central, relativamente à cultura.

A ideia dos artistas, e de outras pessoas ligadas à cultura, que se manifestaram na sexta-feira, dia 6, em Beja, tal como nas restantes cidades do país, é a de prosseguir a luta, de variadas formas, que ainda não estão definidas, mas que têm como objetivo colocar este Governo a olhar de forma diferente para os profissionais desta área, assim como para a precariedade com que se deparam nas suas vidas, resultante da atividade que desenvolvem.






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