Simbolo da OLIVUM

A Olivum nasceu da necessidade de existir na região, uma Associação que representasse um sector, em franca expansão, mas que até à data da sua criação carecia de quem defendesse os seus interesses, esclareceu Joaquim Vilhena, no "Preto no Branco", desta semana, dizendo que a organização é aberta a todos, porque é preciso estar-se unido, para se ser ouvido e ganhar escala.

Apenas com um mês de existência, a Olivum já tem associados, cerca de 23 mil hectares, um feito, num tão curto espaço de tempo, que significa o sucesso que a Associação já conseguiu atingir, frisou o presidente da Direcção. Mas Joaquim Vilhena avançou que se quer chegar aos 40 mil e que esse objectivo é atingível.

Joaquim Vilhena garantiu, igualmente, que a Olivum sabe o que quer e aonde quer estar, daqui a um ano. Neste contexto, explicou as vantagens que os associados têm, identificando questões relacionadas com a negociação dos preços praticados no uso da electricidade e seguros, entre outras, como uma forma dos produtores/empresários agrícolas poderem rentabilizar os seus investimentos. A longo prazo, falou de projectos que passam pela criação de parcerias com a Escola Superior Agrária de Beja (ESAB), na área da investigação.

Realizar palestras, para dar a conhecer outras experiências aos seus associados é outro dos objectivos, que a Olivum pretende atingir no espaço de um ano.


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