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PSD: Mário Simões diz que Beja é a capital da "desilusão"...


Mário Simões detectou um "foco" de problemas no roterio que fez pelo concelho de Beja e, em algumas situações, aponta críticas à autarquia.

O roteiro pelo concelho de Beja realizado pelo deputado Mário Simões demonstrou que há um “foco de problemas que urge resolver”. Durante dois dias o deputado do PSD visitou e reuniu com entidades de diversos sectores do concelho e no final, em jeito de balanço, não tem dúvidas ao afirmar que Beja é a capital da “desilusão” ao contrário daquilo que foi prometido há três anos pelo actual executivo camarário.

Durante o roteiro Mário Simões contactou de perto com vários sectores, por parte dos empresários foram transmitidas preocupações relacionadas com a falta de medidas fiscais para apoio às condições impostas pela interioridade, de medidas de estimulo para as empresas que se comprometam a não despedir trabalhadores e ainda as dificuldades de acesso ao crédito, assim como, a reivindicação da baixa do IVA na restauração.

No sector agrícola, as preocupações que os agricultores transmitiram prendem-se com o regadio no minifúndio e numa visita que fez a uma Herdade em S.Matias, Mário Simões, ficou a saber que só é permitido o regadio em apenas 300 hectares quando a EDIA chegou a anunciar que a área alienada às práticas agrícolas seria de 1.500 hectares de regadio.

Mário Simões destaca ainda um “contencioso” que persiste há vários anos entre a comunidade cigana e não cigana da Rua da Lavoura. Para o deputado social democrata é urgente que a autarquia encontre uma solução para uma zona emblemática da cidade que se encontra muito degradada e deteriorada.

Mário Simões destaca ainda outro “contencioso” que está a colocar de um lado uma empresa do sector de pneus do outro as Estradas de Portugal em causa a possibilidade de acesso às instalações da empresa a partir da EN 260. O deputado garante no entanto que depois de ter sido encontrada uma solução técnica que resolvia o problema a autarquia de Beja apresentou uma proposta tendo em vista a construção de uma rotunda financiada por dois empresários num custo superior a 100 mil euros. Mário Simões considera que esta proposta revela a falta de bom senso e mostra bem como a gestão municipal está à deriva.

Uma visita à Resialentejo e um encontro com o presidente da ANECRA, António Chícharo, foram outros destaques do roteiro de Mário Simões pelo concelho de Beja.   Inês Patola
21/03/2013 - 07:00