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Jorge Pulido Valente: Fez balanço de dois anos de mandato


Jorge Pulido Valente fez ontem, um balanço de dois anos de mandato, onde garantiu estarem lançadas “as bases para o futuro” do objectivo final que é fazer de Beja “a capital da qualidade de vida". Sobre as críticas de que tem sido alvo, por parte de apoiantes da sua candidatura, afirmou que "se conhecessem o trabalho que a Câmara tem feito mudariam de opinião" e avançou que "tudo vai ser diferente nos próximos dois anos".

Jorge Pulido Valente fez ontem, um balanço de dois anos de mandato, onde garantiu estarem lançadas “as bases para o futuro de um projecto ambicioso apostado em fazer de Beja”, até 2020, “a capital da qualidade de vida”.

O presidente da Câmara de Beja explicou que “os alicerces estão lançados” e que “os resultados começam agora a aparecer”, isto para dizer que “das 12 medidas urgentes traçadas, 9 estão total ou parcialmente realizadas, 2 estão para concretizar a curto prazo e uma caiu, por falta de financiamento, a que inclui a remodelação do multiusos, a criação da pista de atletismo e a construção da nova piscina coberta”.

Perante um balanço que considerou “positivo” de apenas dois anos de trabalho de um projecto, o “Beja Capital”, pensado para “dois mandatos”, Jorge Pulido Valente não conseguiu dizer “exactamente” qual “o valor da dívida da Câmara”, remetendo essa informação para “o final do ano”, mas esclareceu contudo, que “a autarquia tem conseguido reduzir o seu endividamento”.

Mesmo sabendo que o Orçamento para 2012 vai sofrer cortes avultados, Pulido Valente apresentou alguns dos projectos pensados pelo Município para o próximo ano, como “a remodelação da ciclo via, as hortas urbanas, a 3ª fase do Jardim Público, o Museu Vivo, intervenções territoriais integradas de requalificação de espaços públicos e «Semana da Democracia Local», uma iniciativa para comemorar o 25 de Abril de 1974”.

Quando lhe foi perguntado que leitura faz das críticas de que tem sido alvo, por parte de apoiantes da sua candidatura, Jorge Pulido Valente disse que se tivessem “assistido ao balanço” que efectuou “mudariam de opinião”, admitindo que “tem havido falta de informação para o exterior do trabalho da Câmara” e que “tudo vai ser diferente nos próximos dois anos”.

Para além de tudo o que foi dito ficaram ainda, bem assentes duas situações: o Orçamento da autarquia bejense vai ser apresentado na reunião de Câmara, a realizar na primeira semana de Dezembro, e o Município vai criar o programa de “Apoio à criação artística”, que termina com a figura dos contratos programa existentes com as companhias de teatro de Beja e que vai abranger todas as artes, porque “é multidisciplinar”, de acordo com o vereador Miguel Góis.

  Ana Elias de Freitas
15/11/2011 - 07:00